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HOJE
21h30
23H30

E SEMANA QUE VEM

Escrito por marcelo montenegro às 12h37
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O Edinho Kumasaka é um baita fotógrafo e essa série, Bibelôs em Transe, é do caralho. Algumas fotos saíram na revista Coyote e agora o ensaio vai pintar, na íntegra, no B_arco. Porra, ótima notícia. Hoje rola a abertura da exposição e o Ademir Assunção escreveu a apresentação:
OLHAR EM TRANSE
O mundo está cheio de olhos. Olhos de gente, olhos de bichos (terrestres, aéreos, marítimos) e talvez até olhos de extraterrestres, que nos espiam como voyeurs do espaço. E o que esses olhos vêem? Que imagens uma baleia vê no fundo mar? Como será que um gavião-real enxerga as montanhas lá de cima? O que um cachorro vê quando nos olha fixamente? E um gafanhoto, o que ele vê com seus olhos multifacetados? O mundo que um mendigo da Praça da Sé vê será o mesmo mundo visto por um executivo da Bolsa de Valores?
Quantas vezes passamos diante de algo e seguimos em frente sem ver o que estava ali? Esse jogo de olhar e ver ou olhar e não ver pode ser fatal se pensarmos numa surucucu enrolada no meio de uma espessa folhagem e só vista quando já é tarde demais, quando as presas já penetraram no tornozelo. Ou pode se transformar numa brincadeira curiosa e inesperada quando um fotógrafo vê algo insuspeitado e dispara sua câmera.
O que chama mais atenção, de imediato, na série de fotos Bibelôs em Transe, de Edson Kumasaka é esse jogo do olhar de quem vê e do olhar de quem é visto. Ainda mais porque, nesse caso, “quem” é visto não é exatamente “alguém”. Mas não há como deixar de ver as expressões expressas nos olhares desses bibelôs: umas são abertamente catatônicas, meigas ou desconfiadas, outras são francamente assustadoras.
Quantas vezes passamos diante de prateleiras de lojas e não vimos o mesmo que Edson Kumasaka viu, selecionou, enquadrou e fotografou?
E esse é o ponto mais interessante desse jogo: o fotógrafo não tirou os bibelôs dos seus lugares, não os levou para um estúdio, não escolheu a luz adequada para captar a imagem: ele fotografou ali mesmo, nas prateleiras, ali, onde eles estavam. Fez uma espécie de ready-made ao contrário: em vez de deslocar um objeto banal para um espaço com status artístico (um museu ou um estúdio fotográfico), enquadrou o objeto no próprio local em que estava e trouxe para um “espaço de arte” (a galeria ou as páginas de uma revista) apenas a sua imagem, filtrada e construída, obviamente, pelo seu olhar, com auxílio técnico da câmera fotográfica.
Parece bobagem. Mas, pode ter certeza: quem olhar e ver essas fotos jamais vai olhar para esses bibelôs da mesma maneira. Daqui pra frente, eles sempre estarão em transe.
Mesmo aquele inocente e kitsch pingüim que você tem em cima da geladeira.
Ademir Assunção
ABERTURA: 15 de maio às 20h00 de 15 de maio a 14 de junho 2008 segunda a sexta, das 10h às 19h sábado, das 10h às 17h
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E na sexta-feira, também no B_arco:

Escrito por marcelo montenegro às 00h43
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HOJE

Escrito por marcelo montenegro às 16h35
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ABIGAIU´S PARTY

Quinta-feira, 15/05, reestréia, no teatro Procópio Ferreira (Rua Augusta, 2823), A Festa de Abigaiu, de Mike Leigh, com direção de Mauro Baptista Vedia. O elenco é fudidaço: Marcos Cesana, Fernanda Couto, Eduardo Estrela, Ana Andreatta e Ester Laccava – que foi indicada ao Shell pelo seu desempenho como a hilária e cruel Beverly. É uma peça estranha e engraçada, com personagens melancólicos na Londres de 1977, que passa tranquilamente como a São Paulo de 2008 não fosse 1977 o ano do surgimento do punk que entre outras coisas cuspiu contra o mundo tal qual ele acontece no palco, na sala de Beverly. Aproveitando a deixa do título - e os Pistols e Clashs nas brechas da trilha - a festa de Abigaiu é a derrocada desse mundo. Além de fazer a luz montei umas vinhetas pra essa nova temporada no Procópio e um videozinho sobre o espetáculo que dá pra assistir aqui.
Escrito por marcelo montenegro às 09h25
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Escrito por marcelo montenegro às 16h31
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HOJE ESTRÉIA

"Você nunca viu nada igual". Provavelmente um dos textos mais absurdos e engraçados da história do teatro universal. Quer dizer: imperdível e pra variar belo cartaz do Kitagawa.
Escrito por marcelo montenegro às 11h19
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CASEIROS DO PRÓPRIO ESPANTO

Escrevi uma crônica para a edição de abril da Globo Rural. É meio que uma série que a revista tem feito com escritores contemporâneos relatando sua ligação com o campo. Aproveitei o convite para homenagear algumas pessoas e, sobretudo, o amigo e grande ator Nelson Peres, cujo espetáculo Querência me fez sair comovido do teatro Fábrica no ano passado.
CASEIROS DO PRÓPRIO ESPANTO
Um viajante retorna para sua casa e para sua infância, na beira do Tietê, por conta de uma desilusão amorosa. O reencontro com a memória – “Vô, é verdade que cuspir no fogo seca a boca?”–, o fortalece para seguir viagem, “viver no movimento, sem começo”.
Essa é a história de “Querência”, monólogo com o ator paulistano Nelson Peres. Dirigido por Roberto Lima, é baseado na obra de Cornélio Pires (1884-1958) – natural de Tietê, cidade onde Nelson também viveu –, com pequenos excertos de Nhô Bento. Segundo Assis Ângelo, “misto de poeta, contador de casos e humorista, Cornélio era uma espécie de showman da cultura caipira”.
Evocado por bolinhos de chuva e pelos discos do Barnabé deixados pelo meu avô, terminado o espetáculo, subi a Rua da Consolação em direção ao metrô na Avenida Paulista. De algum modo, eu era o viajante da peça.
Numa passagem do livro “On the Road”, de Jack Keroauc, o narrador – que parte para o oeste em busca da pureza do homem americano que, no fundo, é uma busca pelo oeste de si mesmo – conhece uma garota numa cidade de beira de estrada. Ela diz do seu sonho de ir para a cidade grande: “aqui não acontece nada”. E ele: “em Nova York também não”.
Penso em uma amiga que após a morte do pai foi cuidar de sua fazenda em Paranavaí (PR). Na primeira de várias estadas por lá – quando levei um baile de uma égua e vi a lua mais bonita da minha vida –, surpreendeu-me como ela se integrara às coisas rurais. Penso também nos que vêm para a metrópole, midnight cowboys, crocodilos dundees, com a vivência dos pequenos logradouros. Itamar Assumpção – conterrâneo de Cornélio Pires –, chegou a cantar, por exemplo, que “São Paulo é o meu sertão”.
Talvez tenha a ver com Jorge Luís Borges: “o homem que se desloca modifica as formas que o circundam”. Com Mário Quintana: “Não importa que a tenham demolido/ A gente continua vivendo na velha casa em que nasceu”.
É que lá no fundo, na quermesse dos sentidos, menos que o lugar, o que fica, para mim, são as pessoas. De Rio Claro, o avô de um amigo. Desses que “põem milênios em cada palavra” (Raduan Nassar), com histórias fascinantes de assombração. De Betim (MG) – onde passei a infância, com direito a pés de manga e jabuticaba no quintal –, a dona Ângela, que levava no rosto um mapa de rugas e vincos desenhado pela vida. Do Jardim Bonfiglioli, bairro paulistano encravado entre a USP e a Raposo Tavares, o seu Fernando, que zanzava pela vizinhança consertando um cano de pia aqui, um chuveiro ali, fazendo um calço pra solidão acolá.
Tabaréus, eremitas urbanos, caseiros do próprio espanto. Não esqueço do Raul, em Itu, que chamávamos assim por ser metido a filósofo e lembrar o Raul Seixas. Uma vez, no bar, ele soltou: “a vida é um oceano onde o naufrágio navega”. Assim, do nada. Perguntei o que queria dizer e ele, no seu esperanto bêbado, falou que aquilo “não era de se explicar, só de sentir”.
Com sua autenticidade comovente, o universo de “Querência” – com seus Zé-Venâncios, Chico-Gabriéis e Vicentinas –, transcende a si mesmo para se tornar simplesmente humano, pra lá de qualquer sotaque: “Eu trúxe pra mecê este docinho,/ impetecádo ansim, imbruiadinho,/ nesta páia de mio.../ Mas antes de cumê/ magine bem o que ele qué dizê!/ Fáis de conta que tô le dando o coração/ que inté se açucarô.../ Doce de tanto amô!” (Nhô Bento).
Naquele dia, a caminho de casa, como sempre estrangeiro e sem jeito, entrei no metrô, “no movimento, sem começo”, como um caipira do mundo.
Escrito por marcelo montenegro às 15h25
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BEDROCK COLLECTION

Thiago, Fabio, Fefê e Martim, formação do Cascadura na época
Postei o vídeo no youtube e acometido por uma gripe pra lá de espanhola não consegui escrever sequer uma linha pra não botá-lo aqui a seco. Mas eis que Fernanda D´Umbra e Mário Bortolotto – anfitriões da brincadeira e da própria Bedrock – já o descobriram e postaram em seus respectivos blogs. Então é isso: num oferecimento Batata, Negão, Feijão e Branquinho, é com prazer que anuncio a progressiva e preguiçosa abertura dos arquivos da lendária e mui prestigiosa Bedrock Vídeo. Mukeka Cascadura ou Cento e Duzentos anos de Moqueca e Jazz integra a série Road Clips Culinários, que, espero - a idéia era essa, há 5 anos atrás -, conte, nos próximos programas, com Reinaldo Morais e La Carne – vamo aí Fernanda?
Escrito por marcelo montenegro às 14h21
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Pra quem tiver a fim, segunda-feira, na Coletivo Galeria, rola a terceira edição de Poetas na Galeria. Quem comanda a parada é a Ester Laccava, grande amiga e puta atriz – que, aproveitando, encerra hoje temporada fudida de A Festa de Abigaiu no Cultura Inglesa – e os brothers Bactéria e Claudinei “Desconcertos” Vieira.
Participam, além deste que vos digita, outros brothers and sisters, entre escritores e músicos: Fábio Brum, Marcelo Watanabe, Flavio Vajman, Mário Bortolotto – que deve fechar a noite com pocket show da Saco de Ratos Blues -, Pierre Masato, Paula Klaus, Luana Vignon, Ricardo Carlaccio, Fabiana Faleiros e Sergio Mello.
Escrito por marcelo montenegro às 14h14
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HOJE
Tape
Texto Stephen Belber> Direção Mário Bortolotto> Com Pedro Guilherme, Marcelo Selingardi e Carolina Fauquemont> Sexta e sábado às 21h30 domingo às 20h até 29/06> Teatro Sérgio Cardoso Sala Paschoal Carlos Magno Rua Rui Barbosa, 153, 3288-0136> Ingressos R$ 10 a R$ 20
Escrito por marcelo montenegro às 10h15
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Gosto muito de fotografia. Aquele lance do “instante decisivo”, do Cartier Bresson, é uma das minhas referências fundamentais. E o brother Carlos Carah postou no bostumana umas fotos do Hunter Thompson, inclusive várias dos Hell Angels, provavelmente durante o mosh que o cara deu no tema de um de seus livros. Aqui.
Escrito por marcelo montenegro às 17h36
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A Neuza Pinheiro é uma grande amiga e uma baita poeta. E é música, compositora, cantora. Caralho, como canta a Neuza. Não esqueço a primeira vez que ouvi a voz dela em Filho de Santa Maria no Intercontinental do Itamar Assumpção. A Neuza que encantou, por exemplo, Hermeto Paschoal quando ele foi jurado de um festival universitário em Londrina (PR) nos anos 70. A Neuza que ganhou o prêmio de Melhor Intérprete no histórico Festival da TV Tupi de 1979, por Sabor de Veneno, do Arrigo Barnabé e que por uma série de motivos acabou voltando pro Paraná pouco antes do cara entrar em estúdio pra gravar o mais que clássico Clara Crocodilo.
Toda essa história, aliás, que começou em Londrina com os primeiros passos da Neuza, dos irmãos Denise e Itamar Assumpção e Arrigo e Paulo Barnabé, entre outros, e desaguou em SP, no começo dos 80, naquilo que ficou conhecido como Vanguarda Paulista, encontra-se fudidamente registrado – iconograficamente inclusive – no livro Na Boca do Bode: Entidades Musicais em Trânsito, do meu amigo Fábio Henriques Giorgio. Obrigatório pra quem se interessa pelo assunto.
Como diz Rodrigo Garcia Lopes, a Neuza – que com toda essa bagagem somente há pouco conseguiu gravar um disco solo, Olodango – tem “uma das vozes mais viscerais que já ouvi”. Convivemos muito, nós três mais o Ademir Assunção, enquanto ela gravava sua participação no disco do Rodrigão, Polivox. Se não me engano, uns anos antes, ela também botou umas vozes no disco do Marião, Cachorros gostam de Bourbon.
Isso pra dizer que amanhã e depois – 01/05, às 19h, e 02/05, às 20h – a Neuza apresenta, no Sesc Pompéia, Profissão de Febre – Peça por peça, espetáculo/projeto que vem fazendo há algum tempo com músicas suas para poemas de Paulo Leminski. Ela canta e toca violão e conta com a companhia fudidaça do Tonho Penhasco, que além de puta guitarrista e gente finíssima é outra figura lendária dessa história toda.
Escrito por marcelo montenegro às 13h08
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REGISTRO

Eu e o Chacal, em foto de Claudinei Vieira. Se não me engano, estamos os dois, depois de termos feito um dueto de Desabutino, vendo Fábio Pagoto, Rick Vechione e Fábio Brum – Chacal disse (assino embaixo) que gostaria de escrever do mesmo modo como ele faz soar sua guitarra – fechando o Tranqueiras Líricas, madrugada, sábado pra domingo, 2008, Casa das Rosas, SP.

Pagoto (meio corpo, à esquerda), Brum, Rick e eu em ação
E, Claudinei, meu velho, mais uma vez, valeu pelas palavras, tamo junto. E pra quem tiver a fim de conferir, tem mais fotos, não só dos tranqueiras, mas também do Desconcertos Eróticos que o Claudinei fez com o Xico Sá, o Glauco Matoso e o Luiz Roberto Guedes. Aqui.
Desabutino
quem quer saber de um poeta na idade do rock um cara que se cobre de pena e letras lentas que passa sábado a noite embriagado chorando que nem criança a solidão
quem quer saber de namoro na idade do pó um romance romântico de cuba cheio de dúvidas e desvarios tal a balada de neil sedaka
quem quer saber de mim na cidade do arrepio um poeta sem eira na beira de um calipso neurótico um orfeu fudido sem ficha nem ninguém para ligar num dos 527 orelhões dessa cidade vazia
Chacal, 1975
Postal
Daqui a 30 anos, digamos, que alguém leia este poema. Todos os pequenos laços que o ligam ao mundo fora dele e à vida de um poeta fudido entre milhões de pessoas lugares motivos não estarão mais aqui para socorrê-lo. Daqui a 30 anos a coisa será somente a coisa mesmo. Uma cápsula amputada do tempo, um bife arrancado do amor.
Marcelo Montenegro, 2007
Escrito por marcelo montenegro às 11h12
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VIRADAS

Câmera, de Carlos Carah
Tem uma porrada de coisa nessa tal Virada. Os brothers Carlos Carah e Paulo Stocker participando de uma jam session de quadrinhos lá na HQ Mix da Praça Roosevelt; Luís Melodia, às 18h, no Municipal, cantando o clássico Pérola Negra (Pra aquietar, Abundantemente morte... esse disco é do caralho); Desconcertos Eróticos do grande Claudinei Vieira contando com as ilustres e com certeza divertidíssimas presenças de Xico Sá, Glauco Mattoso e Luiz Roberto Guedes, na Casa das Rosas, às 19h30, que também terá, mais tarde e imediatamente antes de mim, Kleber Albuquerque; Nossa vida não cabe num opala, filme baseado em Nossa Vida não vale um Chevrolet, do Marião Bortolotto, no Cinesesc, às 2h, e Patife Band (porra... Patife Band), às 23h30, no Sesc Vila Mariana.

Décio Pignatari diz que o João Cabral de Melo Neto era, para eles, concretos, o “João Gilberto do rigor”. Pois para mim o Paulinho Barnabé - acima, com o resto da banda - é uma espécie de João Gilberto do grito, do rock, sei lá. Só sei que ver um show da Patife Band é presenciar uma porra de uma obra-prima.
Da minha parte não conseguirei ir a nada, tenho peça infantil à tarde que emendo, à noite, com Aos ossos que tanto doem no inverno, do Sergio Mello, no Ruth Escobar – fica esperto que amanhã encerra a temporada. Ontem depois da apresentação fiquei até umas 3 e pouco editando um trampo e espero chegar mais ou menos ileso dessa minha virada individual até às 2h30. Relembrando, então: Tranqueiras Líricas na Casa das Rosas (Av. Paulista, 37), às 2h30, com meus poemas extremamente bem tratados pela cozinha armada pelo Fábio Brum (guitarra), Fábio Pagoto (baixo) e Rick Vechione (percussão). Não vejo a hora. Como diria Tim Maia, “vai ser legal”.
Escrito por marcelo montenegro às 11h13
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ÚLTIMO FIM DE SEMANA

Escrito por marcelo montenegro às 10h32
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