ORFANATO PORTÁTIL - Marcelo Montenegro


“Hoje vi um pôr de sol cheio de vermelhos e amarelos, e pensei: Puxa, como sou insignificante! O interessante é que ontem pensei a mesma coisa, embora estivesse chovendo”. – Woody Allen (in Sem Plumas)



Escrito por marcelo montenegro às 08h59
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HOJE

Meu amigo Celso Borges – que recentemente voltou a morar em sua São Luís natal – lança o livroCD "Belle Epoque". A partir das 19h30, no Canto Madalena, que fica na Medeiros de Albuquerque, 471 (rua do sacolão da Vila Madalena). Na foto, eu e CB – ano retrasado? – tomando uma à beira do Rio Tocantins, em Imperatriz (MA), provavelmente rindo de alguma palhaçada que o grande Artur Gomes fazia ao microfone do bar.

 

 

Mais tarde, lá pelas 22h, La Fábrica de Animales – que logo logo entra em estúdio para o seu primeiro e mui aguardado primeiro CD – toca no Kitsch Club, que fica na Rua Vergueiro, 2676, Ana Rosa (perto do Centro Cultural SP). A foto é de Carla Bispo. A entrada custa R$15 (lista) ou R$20 (na porta). Mais informações aqui ou aqui.



Escrito por marcelo montenegro às 10h11
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YESO AMALFI

Em algumas apresentações do meu amigo e parceiro maestro Marcello Amalfi, tive a oportunidade de conversar com seu pai, Yeso Amalfi. Além de figuraça, o Yeso é uma lenda do futebol. E não só do futebol. O Erasmo Carlos diz, no seu último disco, Rock´n´Roll, que “a guitarra é uma mulher”. Acho que o Yeso diria: “a bola é uma mulher”. O cara tem quilos e quilos de histórias fascinantes. Aliás, esquece o modo como empregamos essa palavra. O Yeso é uma lenda mesmo. O Marcello até brinca que o pai é o “Forrest Gump do futebol”. Ele começou a carreira no São Paulo fazendo parte de um time histórico que contava, entre outros, com Bauer, Rui, Noronha e Leônidas da Silva. Foi daqueles jogadores galãs, mulherengos e boêmios, estilo Heleno de Freitas, com quem jogou junto, no Boca-Juniors da Argentina, nos anos 40 (na foto, Yeso é o da esquerda).

Na França, quando jogou e foi ídolo do Nice, Olympique de Marselhe e A.S. Mônaco, Yeso foi frequentador ilustre do jet set boêmio-artístico da Riviera. Conviveu com figuras como Jean Cocteau e Pablo Picasso. Entre outras peripécias, apresentou Grace Kelly ao príncipe Rainier, que era seu amigo. Em tempos idos da Bedrock Vídeo eu o Batata cogitamos fazer um documentário sobre ele. O Henrique Napão Stroeter era fã da ideia. Mas não rolou. Na época, ele já estava escrevendo sua autobiografia, que será lançada hoje, no Museu do Futebol: “Yeso Amalfi: o futebolista brasileiro que conquistou o mundo”.

Lançado pela Editora Clã, o livro tem prefácio de Luiz Carlos Barreto, que antes de se transformar no temível Don Barretone, foi exímio fotógrafo, inclusive futebolístico. O lançamento é a partir das 19h, com direito a bate-papo com o autor, do alto da lucidez dos seus 80 e muitos anos, seguido de coquetel e sessão de autógrafos.

“Quem me dará notícias de Yeso Amalfi? Conheci-o, já craque e igualmente boêmio, trocando o futebol paulista pelo futebol francês, onde eternizou-se como ídolo. Jogava bem e bonito. Era irreverente, tanto no campo quanto na vida. Conquistou quantos corações franceses pode freqüentar. O mais ilustre, certamente, foi Albert Camus, que citava Yeso como uma de suas predileções no futebol. Luis Carlos Barreto, grande fotógrafo que me ensinou a contemplar a vida pelo visor de uma câmera, era fã de Yeso, com quem conviveu em Paris nos anos cinqüenta”. – Armando Nogueira



Escrito por marcelo montenegro às 09h43
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Escrito por marcelo montenegro às 09h32
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GRAN NOTÍCIA

"Os Rolling Stones, que sempre relutaram em lançar material de arquivo, vão incluir dez canções inéditas na reedição do álbum "Exile on Main Street" (...) “Exile..." volta às lojas no mundo todo em 17 de maio (exceto nos EUA, um dia depois), por iniciativa da gravadora Universal (...)"

"Jagger disse à revista "Rolling Stone" que ele e Richards "dublaram" a percussão e a guitarra, respectivamente, em algumas das faixas-bônus. Eles supervisionaram o projeto junto com o produtor Don Was, que trabalhou 15 anos com a banda".

"O relançamento será complementado por um documentário para TV, "Stones in Exile", que apresenta raras imagens e fotos de arquivo, além de entrevistas recentes".

"O álbum será vendido em três configurações: na versão original com 18 canções, numa edição com as faixas-bônus, e num pacote que inclui um vinil, um outro documentário de 30 minutos em DVD e um livro".

Via Folha Online.



Escrito por marcelo montenegro às 11h08
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COMO DOIS E DOIS SÃO CINCO

Aqui o brother Rodrigo Carneiro – que esteve ontem no Itaú Cultural – narra uma desventura praticamente idêntica à que ocorreu comigo mês passado. No meu caso, o carro superaqueceu e começou a sair fumaça pelo motor. Em pleno caos de SP. Com a cereja azeda das chuvas de janeiro que fez com que o guincho da seguradora demorasse mais que o normal. Dá pra ver também, no mesmo post, o Pé na Porta que o grande Clemente fez com o Marião divulgando a semana do Itaú Cultural. Hoje é o último dia. Show da Saco de Ratos com direito a Paulão, Paulo de Tharso e Basa. Diria que ontem foi particularmente emocionante eu e o Fabio Brum fazermos Melodrama Blues e dedicar para o Mario. Mas não chegou aos pés da emoção de ver meu amigo no palco, tenho certeza, emocionado também, tirando a voz do pulmão com uma puta vontade. Como eu e o Carneiro conversamos no final: “Tá tudo certo”.



Escrito por marcelo montenegro às 13h25
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